O filme de Street Fighter estreou nesta semana e mostra a jornada de Ryu, Ken e Chun-Li pelo ano de 1993 — durante o torneio que adapta os eventos vistos no game que popularizou a franquia e tornou milhões de fãs viciados em fliperamas.
O filme de Street Fighter estreou nesta semana e mostra a jornada de Ryu, Ken e Chun-Li pelo ano de 1993 — durante o torneio que adapta os eventos vistos no game que popularizou a franquia e tornou milhões de fãs viciados em fliperamas.
Como virou tradição em Hollywood, muitos longas agora apresentam cenas pós-crédito para preparar o público para as suas sequências ou até mesmo um universo cinematográfico. Ainda que elas sejam “obrigatórias” nos longas da Marvel Studios, diversos outros perpetuam a cultura.
Porém, a produção de Kitao Sakurai (Twisted Metal e The Passage) e da Legendary Pictures conta com essa ponte para uma futura continuação? Ou eles deixam abertos os próximos passos da franquia nos cinemas?
Confira se Street Fighter tem cena pós-crédito, assim como o conteúdo que será apresentado à audiência na tela grande:
Cenas pós-crédito em Street Fighter? O filme de Street Fighter possui apenas uma cena pós-crédito. Porém, esteja alerta que abaixo da imagem nós do Canaltech traremos spoilers sobre a história. Se pretende assistir ao longa, salve este texto para conferir o que está escondido após o fim da trama.
A história adapta os eventos de Street Fighter II, mas não esquece que existiu um primeiro jogo da franquia. O torneio original é apresentado de forma breve, além de o conflito final que garantiu a vitória de Ryu sobre Sagat.
Em contexto
- Tema: Banca y Fintech — Banca digital, pagos, open banking y regulación financiera.
- Fonte: Canaltech
- Publicado: 17/10/2026
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Por que importa
Em pagamentos, a inovação está sempre um passo à frente da regulação e dois passos à frente dos sistemas que precisam sustentá-la. Essa defasagem é onde o negócio se decide: quem conseguir fechá-la sem quebrar a conformidade fica com o mercado.
Eu leio essas notícias com duas perguntas em cima: o que acontece com o custo por transação e o que acontece com o risco. Se o custo cai mas o risco sobe sem ninguém medir, a economia é emprestada e se devolve com juros no dia do primeiro incidente.
O que costuma dar errado
O que mais vejo falhar é a carga de conformidade subestimada. O produto é desenhado pensando no cliente e o jurídico entra tarde, quando já está construído. Aí aparecem requisitos que obrigam a refazer fluxos inteiros, e o que ia sair em um trimestre sai em três.
O que observar
- O que acontece com o custo por transação em volume real, que é onde o negócio se define.
- Como fica a conciliação diária, que é onde aparecem os casos que ninguém modelou.
- O que o regulador local exige e com que prazo, porque o prazo costuma ser a restrição real.
Como leio esta publicação
Se isto entrasse numa instituição, eu revisaria primeiro a conciliação. Tudo o que é novo em pagamentos parece bom até ter que fechar o dia, e aí aparecem os casos que ninguém modelou: estornos, duplicados, transações pela metade. Esse trabalho chato define se o produto é sustentável.
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