BC decreta liquidação da Credipaiva e chega a 18 casos no ano
Imagem: Finsiders Brasil | gerada por IA via ChatGPT/OpenAICooperativa mineira tinha participação de 0,000083% nos ativos do Sistema Financeiro Nacional em dezembro de 2025
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Em contexto
- Tema: Inteligencia Artificial — IA aplicada al negocio: casos, límites, costos y gobierno.
- Fonte: Finsiders Brasil
- Publicado: 16/10/2026
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Por que importa
Adotar IA numa empresa não se parece com comprar software: parece contratar gente. É preciso ensinar o contexto, revisar o trabalho no começo, definir o que pode assinar sozinho e o que não pode. As notícias que valem são as que mostram alguém resolvendo essa parte, não a do anúncio.
O que olho primeiro não é a capacidade do modelo, e sim o dado que o alimenta. Quase todos os projetos que vi fracassar não fracassaram pelo algoritmo: fracassaram porque o dado estava em três sistemas com três definições diferentes e ninguém quis ser quem arrumaria isso.
O que costuma dar errado
O erro que mais vi se repetir é não medir nada antes de começar. Implementa-se, todo mundo sente que melhorou, e quando alguém pergunta quanto, não há resposta. Sem linha de base não há como defender o orçamento do ano seguinte, e é aí que bons projetos morrem.
O que observar
- Qual processo concreto é tocado e como se mede antes e depois; sem linha de base não há resultado, há opinião.
- Quem revisa as saídas do modelo e com que frequência — o ponto em que a IA se torna auditável.
- O custo por consulta em volume real, não o do piloto: é a variável que mais dá surpresas.
Como leio esta publicação
Minha recomendação prática é definir desde o primeiro dia o que se faz quando o modelo erra: quem revisa, com que frequência e em que momento se desliga. Soa defensivo, mas é exatamente o que permite ser agressivo depois, porque o risco deixou de ser uma incógnita.
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